Tré bien, people. Já faz um tempo que não passo por aqui, mas, minha agenda não deixou. Mal tive tempo de estudar, que dirá escrever num blog!
Misinfim. Quero falar do Encontro Nacional de Direito, organizado pelo ilustre Dr. Victor Travancas. Já tive oportunidade de trabalhar quando fiz Relações Interncionais. Agora, vou dizer, o cara tem visão de águia. A OAB RJ está muito bem assessorada. Não só por ele. Pelo que pude ver no Encontro, a Instituição está muito bem. Tive a incomparável oportunidade, juntamente com 6 mil outros alunos e ex-alunos, de conhecer e absorver um pouco do conhecimento de grandes nomes do sistema jurídico brasileiro. Muita gente torce o nariz para a Universidade Estácio de Sá, mas, eles não fazem a menor ideia que personalidades importantes que buscam dar o seu melhor para o bem da nação, ou pelo menos da Cidade, são prata da casa.
Desembargadores, grandes advogados, juízAs... todos ex-alunos. Sim, o A maiúsculo foi proposital, porque em pleno século 21 tem gente que acha que mulher não serve para nada. Conversa com a Drª Leila Mariano, desembargadora e a Drª Ivone Ferreira Caetano só por um momento pra ver se sua ideia não muda. Outras ilustres também tiveram seu destaque e conferiram brilho especial, mas, tenho uma memória péssima para nomes e, shame on me, não fiz anotações.
Dr Wadih Damous, Dr. Luiz Gustavo Bichara, Dr Paulo Nader, Dr Pedro Lenza e Dr Alex Castellar foram alguns dos nomes de peso que tornaram o lindo domingo de sol no Aterro mais proveitoso ainda.
Como boa nerd que sou, estava me sentindo E.T. em casa (porque pinto no lixo não é nada elegante), com tanto conhecimento a ser explorado. AMEI ter uma aula com Paulo Nader sobre hermenêutica jurídica (por sinal, tinha sido a minha aula da 3ª anterior do professor José Barros, excelente mestre).
O evento foi uma elegância só. Sem críticas. Poucos detalhes geraram certa tensão, mas, há de se convir que foi um eventos organizado pelo próprio Victor, by himself. Não é nada fácil organizar sozinho um evento para 6 mil pessoas e convidados ilustrísimos, no Vivo Rio. Sempre fica algo para trás. E nem foi grande coisa. Faltou uma certa visão feminina organizacional e de gerenciamento de crise. Isso não é um crítica. Estou só analisando as variáveis de um homem, sozinho, planejando e implementando um evento tão grande.
OAB RJ, um aviso, preparem uma boa equipe de eventos, pois um eventos desse merece ser repetido todo ano! Mas não em um domingo, please!
Tenho que citar o vídeo do Dr William Douglas. Ao lado de Paulo Nader, o cara é um monstro na área jurídica. Poucos minutos de conversa com essas mentes e você aprende mais do que em muita faculdade por aí. A palesta de Pedro Lenza foi fantástica. Para mim, se fechasse os olhos era o Celso Portioli dando aula de constituição. A-D-O-R-E-I.
Entre mortos e feridos salvaram-se todos. Ao Victor só tenho elogios. Aos nomes presentes cabe admiração e inspiração. Tive muitas confirmações de propósitos. Deus fala como quer, e, quando quer usa até sargento do Bope. O cara foi aplaudido de pé. Merecido. Apresentação linda sobre a atuação do Batalhão. É muito lindo e inspirador de se ver policiais honestos (maioria)sendo reconhecidos por seu trabalho social com as comunidades. Bope não é só tiro. Bope é respeito. Bope é liberdade. E o Bope é implacável.
Vou esperar pelo próximo ano. Espero ter licença para postar de lá e ter um acompanhamento mais efetivo. Só senti falta do tema: mediação de conflitos. Sei que o tema é novo em solo tupiniquim. Exatamente por isso que a Estácio e a OAB RJ deviam sair na frente. Minha paixão. Negociação internacional então... nem se fala. Mais ainda se falando de Supply Chain de Petrólo e Gás. Aind tenho muita estrada pela frente. O caminho da dedicação é longo. Acho que é importante para o país saltar esse obstáculo. O pré-sal está aí e a BR me inspira. Um dia a gente chega lá.
Nova campanha: #inovaOABRJ.
For now, finish.
Au revoir!
Xoxo,
G!
dezembro 07, 2013
outubro 29, 2013
Autor Desconhecido
O post dessa vez veio numa terça pelo meu bbzinho (leia-se um galaxy) porque foi meu niver esse sábado e não parei em casa... Thank God pelos smartphones!
Então, eu AMO de paixão a banda Rosa de Saron e estava ouvindo no caminho de volta para casa a música homônima ao título do post. Acho que tem tudo a ver com o momento black blocks atual.... Aqui vai:
"Acho que eu devo sofrer algo estranho
Eu enxergo mas não consigo ver
Eu quero enxergar alguém que transforme este lugar.
Mas não há nada no país, não há vontade de mudar,
Não há zelo, só há medo no ar
Se o povo não conhece a própria história
Está condenado a repetí-la
Não quero acreditar.
Até quando estarão nossas mãos tão fechadas?
Até quando estarão nossos braços cruzados?
Há um lapso ao vento
E há uma fenda aberta
É onde eu quero estar
Acho que eu devo sofrer de um distúrbio
Uma espécie de tragicomia
Bem me quer mal me quer
A cômica e trágica flor vazia
Nossa ordem é o exílio
E o progresso é apenas um suspeito autor desconhecido
Tentando abafar um caso antigo
Vendendo uma idéia de alívio
Eu quero perguntar:
Por que não estender nossas mãos tão fechadas?
Por que não descruzar nossos braços cruzados?
Há um lapso ao vento
E há uma fenda aberta
É onde eu quero estar
Poderia me apegar ao ego
E abandonar este lugar
Mas resolvi ficar um pouco mais
Quem sabe eu não provoque um incêndio por ai?"
Eu enxergo mas não consigo ver
Eu quero enxergar alguém que transforme este lugar.
Mas não há nada no país, não há vontade de mudar,
Não há zelo, só há medo no ar
Se o povo não conhece a própria história
Está condenado a repetí-la
Não quero acreditar.
Até quando estarão nossas mãos tão fechadas?
Até quando estarão nossos braços cruzados?
Há um lapso ao vento
E há uma fenda aberta
É onde eu quero estar
Acho que eu devo sofrer de um distúrbio
Uma espécie de tragicomia
Bem me quer mal me quer
A cômica e trágica flor vazia
Nossa ordem é o exílio
E o progresso é apenas um suspeito autor desconhecido
Tentando abafar um caso antigo
Vendendo uma idéia de alívio
Eu quero perguntar:
Por que não estender nossas mãos tão fechadas?
Por que não descruzar nossos braços cruzados?
Há um lapso ao vento
E há uma fenda aberta
É onde eu quero estar
Poderia me apegar ao ego
E abandonar este lugar
Mas resolvi ficar um pouco mais
Quem sabe eu não provoque um incêndio por ai?"
outubro 22, 2013
Para o infinito e além!
Hoje, completamente fora da rotina, quero falar sobre algo bem difícil de entender por aqui pelo Brasil: intercâmbio. Pelo menos pra mim tem sido motivo de matar alguns neurônios.
Depois de uma noite de sono que se resumiu das 22 às 2 da manhã e no more, tive um surto criativo. Aliás, meus surtos criativos só acontecem em momentos completamente inapropriados. O coitado do meu melhor amigo foi vítima de um deles e recebeu uma enchurrada de e-mails pra mulherzinha nenhuma botar defeito depois da minha experiência com black blocks. Não entendeu nada.
Misinfim... sou formada em relações internacionais e cursando direito, ambos pela Estácio e estou quase tendo um ataque porque não consigo achar informação nenhuma que preste! Cara, a Estácio tem convênio com o programa Erasmus Mundus, o Brasil apóia intercâmbio de pesquisas e quando você, um estudante interessado, procura saber, cadê? Nem CNPQ, nem faculdade, nem lugar nenhum aparecem. É, já to acostumada a resolver problemas dos outros e ninguém resolver os meus...
Acho isso bem curioso. Já que é interesse do Brasil e dos outros países, principalmente Europa, que haja discussão e difusão de conhecimento, porque cargas d'água as informações não são mais fáceis de achar? Será que tenho que mandar uma carta registrada para a ilustríssima presidente Dilma Roussef? (não é ironia e não gosto de presidenta).
A gente tenta dar nosso melhor para ajudar o país e retorno que é bom, nada. Quando você tem uma ideia para gerar emprego e alavancar o desenvolvimento, mesmo que seja arranjo produtivo local, aparece a infame politicagem e te detona. Isso é ridículo! Sim, vocês sabem de quem estou falando. Simpatizo com o cara, oras. O homem tem uma mente empresária genial, só os reles mortais que não compreendem, fazer o quê? Donald Trump, Jack Welch, Carnegie e outros passaram por isso antes de construir impérios trilhardários que existem até hoje... mera coincidência? Eu chamo isso de talento.
Depois o povo reclama que os melhores saem do país. Claro! Você vai se matar por quem não te valoriza? Isso é gostar de sofrer, masoquismo psicológico. E ninguém em sã consciência gosta de sofrer.
Bom, estou vendo que minha saga para um curso de verão em direito internacional na França será MUITO longa... Deus na frente e vambora! Isso é só um desabafo e um resumo, ainda vou falar muito sobre isso por aqui...
Au revoir!
XOXO
G!
PS: Não sei porque meus posts sempre acabam em política...
Depois de uma noite de sono que se resumiu das 22 às 2 da manhã e no more, tive um surto criativo. Aliás, meus surtos criativos só acontecem em momentos completamente inapropriados. O coitado do meu melhor amigo foi vítima de um deles e recebeu uma enchurrada de e-mails pra mulherzinha nenhuma botar defeito depois da minha experiência com black blocks. Não entendeu nada.
Misinfim... sou formada em relações internacionais e cursando direito, ambos pela Estácio e estou quase tendo um ataque porque não consigo achar informação nenhuma que preste! Cara, a Estácio tem convênio com o programa Erasmus Mundus, o Brasil apóia intercâmbio de pesquisas e quando você, um estudante interessado, procura saber, cadê? Nem CNPQ, nem faculdade, nem lugar nenhum aparecem. É, já to acostumada a resolver problemas dos outros e ninguém resolver os meus...
Acho isso bem curioso. Já que é interesse do Brasil e dos outros países, principalmente Europa, que haja discussão e difusão de conhecimento, porque cargas d'água as informações não são mais fáceis de achar? Será que tenho que mandar uma carta registrada para a ilustríssima presidente Dilma Roussef? (não é ironia e não gosto de presidenta).
A gente tenta dar nosso melhor para ajudar o país e retorno que é bom, nada. Quando você tem uma ideia para gerar emprego e alavancar o desenvolvimento, mesmo que seja arranjo produtivo local, aparece a infame politicagem e te detona. Isso é ridículo! Sim, vocês sabem de quem estou falando. Simpatizo com o cara, oras. O homem tem uma mente empresária genial, só os reles mortais que não compreendem, fazer o quê? Donald Trump, Jack Welch, Carnegie e outros passaram por isso antes de construir impérios trilhardários que existem até hoje... mera coincidência? Eu chamo isso de talento.
Depois o povo reclama que os melhores saem do país. Claro! Você vai se matar por quem não te valoriza? Isso é gostar de sofrer, masoquismo psicológico. E ninguém em sã consciência gosta de sofrer.
Bom, estou vendo que minha saga para um curso de verão em direito internacional na França será MUITO longa... Deus na frente e vambora! Isso é só um desabafo e um resumo, ainda vou falar muito sobre isso por aqui...
Au revoir!
XOXO
G!
PS: Não sei porque meus posts sempre acabam em política...
outubro 12, 2013
Ahm...
Meio difícil para mim ficar sem palavras em um surto criativo...
Bom, a vida anda de uma maneira bem interessante. Deus sempre sabe o que faz, SEMPRE. A gente não sabe o que pede, mas Ele sabe o que nos dá.
Alegorias à parte, uma faringite e me contorcendo com palpitações ao me deparar com tantos erros de português, o mundo jurídico tem se mostrado muito interessante.
Sou internacionalista, bem formada diga-se de passagem, negociadora e aprendendo a ser líder. Minha visão de mundo é way above mediocridade. Sim, eu curto muito mandar um estrangeirismo na conversa e não é pra tirar onda. É só que algumas expressões de fora traduzem o sentido de modo muito mais divertido, irreverente e, bem, melhor.
Tento ser o mais irreverente possível e acho que a vida deve ser aproveitada com originalidade. Detesto modinhas de novela e mídia.
Deus criou cada um de um jeito. Sou completamente contra rótulos, vidas empacotadas e "fast food" mesmo que não seja a comida. O sentido de natureba cai muito bem por aqui, afinal, devemos ser o mais naturais possível.
Paradoxos existem. Eu que o diga: nerd, atriz, irreverente e apaixonada pelo militarismo. Quase nada em mim combina com doutrinas e regras rígidas. Detesto rotina e me entedio fácil. Mas, tempos mudam e pessoas mudam. Sou a favor da flexibilidade. Todo mundo tem o direito de mudar de opinião. Mas minha vida não é o tema por aqui.
Sabe, tenho parado pra pensar em como o mundo evoluiu e involuiu ao mesmo tempo. Conquistamos grandes avanços em tecnologia, segurança, mobilidade, informação... sem dúvida! HI-TECH TOTAL! Mas, ao longo do percurso perdemos muito. Os valores familiares, noção de hierarquia, respeito à moral e à ética, civilidade, democracia... pelo menos no Brasil a parada tá meio zoneada. Nada elegante de se ver. Chato demais.
Horrível perceber que ninguém respeita mais ninguém. Nojento de se ver cidadãos passando dos limites, seja em manifestações, seja em demonstrações públicas de afeto.
A sociedade perdeu a linha e isso é muito perigoso. Onde foi parar aquela educação que nossos avós nos ensinaram? Sou filha de vó, gaúcha, enfermeira da 2ª guerra, evangélica, com 9 filhos. Fui criada na casa das Sete Mulheres. A neta mais nova da filha mais nova até mais ou menos 12 anos. Meu avô era veterano e simplesmente desapareceu dos registros da FEB quando voltou à ativa. Sério isso?! Você quase morre pelo seu país, ganha o Coração Púrpura e quando quer continuar servindo você não existe mais? Como assim? Que país é esse? O que aconteceu por aqui?
Ou eu sou uma velha (tem gente que vai adorar saber disso) ou tem muita coisa errada nesse país que luta tanto pra sair do 3º mundo sem a menor cabeça de 1º. Quem pensa grande e pra frente em prol da sociedade é execrado e crucificado. Sim, é da filosofia X que estou falando. Quando aparece uma mente genial pensando em todos em volta, o cara é boicotado, achincalhado e o povo torce pra dar errado. Meu Deus. Realmente, dá vontade mesmo de ir para Passárgada. Brasileiro adora dar palpite em coisa que não sabe. Brasileiro e americano. Não é à toa que nossos presidentes se identificaram tanto com o Tio Sam e o Capitão América... francamente... E cadê eles agora? O tão maravilhoso povo azul-vermelho-e-branco-estrelado? American Way of life? E que tal: Brasil jeito de ser? licença poética... nada desse "jeitinho" miserável que nunca levou ninguém a lugar nenhum. Tô falando de coisa séria, metanóia.
Somos muito melhores e muito mais originais pra ficar engolindo modus operandi dos outros. O Capitão América morreu. Somos "um país tropical abençoado por Deus e bonito por natureza". Não sou saudosista. Nunca fui patriota. Mas Eike Batista é. E ele me faz acreditar que existe um futuro brilhante esperando. Sim. É nosso dever colocar a mão na massa. Somos cidadãos. Devemos espalhar o verde-amarelo pelo mundo. O Brasil é nosso, devemos fazer dele um país que possamos nos orgulhar. Nada de Yipióca, nada de Devassa. Brasil é MUITO MAIS que samba, cerveja, carnaval, sol e mulher pelada. Brasil é tudo junto. Brasil é tudo. Ser brasileiro é ser especial. E ser especial deve ser elegante. Até aqui, nada de juridiquês. Comigo é papo reto. haha
Sejamos cidadãos conscientes. Brasileiros únicos. Pessoas elegantes, afinal, o futuro é agora. O futuro é do Brasil.
Como não podia deixar de ser:
Au revoir!
XOXO
Bom, a vida anda de uma maneira bem interessante. Deus sempre sabe o que faz, SEMPRE. A gente não sabe o que pede, mas Ele sabe o que nos dá.
Alegorias à parte, uma faringite e me contorcendo com palpitações ao me deparar com tantos erros de português, o mundo jurídico tem se mostrado muito interessante.
Sou internacionalista, bem formada diga-se de passagem, negociadora e aprendendo a ser líder. Minha visão de mundo é way above mediocridade. Sim, eu curto muito mandar um estrangeirismo na conversa e não é pra tirar onda. É só que algumas expressões de fora traduzem o sentido de modo muito mais divertido, irreverente e, bem, melhor.
Tento ser o mais irreverente possível e acho que a vida deve ser aproveitada com originalidade. Detesto modinhas de novela e mídia.
Deus criou cada um de um jeito. Sou completamente contra rótulos, vidas empacotadas e "fast food" mesmo que não seja a comida. O sentido de natureba cai muito bem por aqui, afinal, devemos ser o mais naturais possível.
Paradoxos existem. Eu que o diga: nerd, atriz, irreverente e apaixonada pelo militarismo. Quase nada em mim combina com doutrinas e regras rígidas. Detesto rotina e me entedio fácil. Mas, tempos mudam e pessoas mudam. Sou a favor da flexibilidade. Todo mundo tem o direito de mudar de opinião. Mas minha vida não é o tema por aqui.
Sabe, tenho parado pra pensar em como o mundo evoluiu e involuiu ao mesmo tempo. Conquistamos grandes avanços em tecnologia, segurança, mobilidade, informação... sem dúvida! HI-TECH TOTAL! Mas, ao longo do percurso perdemos muito. Os valores familiares, noção de hierarquia, respeito à moral e à ética, civilidade, democracia... pelo menos no Brasil a parada tá meio zoneada. Nada elegante de se ver. Chato demais.
Horrível perceber que ninguém respeita mais ninguém. Nojento de se ver cidadãos passando dos limites, seja em manifestações, seja em demonstrações públicas de afeto.
A sociedade perdeu a linha e isso é muito perigoso. Onde foi parar aquela educação que nossos avós nos ensinaram? Sou filha de vó, gaúcha, enfermeira da 2ª guerra, evangélica, com 9 filhos. Fui criada na casa das Sete Mulheres. A neta mais nova da filha mais nova até mais ou menos 12 anos. Meu avô era veterano e simplesmente desapareceu dos registros da FEB quando voltou à ativa. Sério isso?! Você quase morre pelo seu país, ganha o Coração Púrpura e quando quer continuar servindo você não existe mais? Como assim? Que país é esse? O que aconteceu por aqui?
Ou eu sou uma velha (tem gente que vai adorar saber disso) ou tem muita coisa errada nesse país que luta tanto pra sair do 3º mundo sem a menor cabeça de 1º. Quem pensa grande e pra frente em prol da sociedade é execrado e crucificado. Sim, é da filosofia X que estou falando. Quando aparece uma mente genial pensando em todos em volta, o cara é boicotado, achincalhado e o povo torce pra dar errado. Meu Deus. Realmente, dá vontade mesmo de ir para Passárgada. Brasileiro adora dar palpite em coisa que não sabe. Brasileiro e americano. Não é à toa que nossos presidentes se identificaram tanto com o Tio Sam e o Capitão América... francamente... E cadê eles agora? O tão maravilhoso povo azul-vermelho-e-branco-estrelado? American Way of life? E que tal: Brasil jeito de ser? licença poética... nada desse "jeitinho" miserável que nunca levou ninguém a lugar nenhum. Tô falando de coisa séria, metanóia.
Somos muito melhores e muito mais originais pra ficar engolindo modus operandi dos outros. O Capitão América morreu. Somos "um país tropical abençoado por Deus e bonito por natureza". Não sou saudosista. Nunca fui patriota. Mas Eike Batista é. E ele me faz acreditar que existe um futuro brilhante esperando. Sim. É nosso dever colocar a mão na massa. Somos cidadãos. Devemos espalhar o verde-amarelo pelo mundo. O Brasil é nosso, devemos fazer dele um país que possamos nos orgulhar. Nada de Yipióca, nada de Devassa. Brasil é MUITO MAIS que samba, cerveja, carnaval, sol e mulher pelada. Brasil é tudo junto. Brasil é tudo. Ser brasileiro é ser especial. E ser especial deve ser elegante. Até aqui, nada de juridiquês. Comigo é papo reto. haha
Sejamos cidadãos conscientes. Brasileiros únicos. Pessoas elegantes, afinal, o futuro é agora. O futuro é do Brasil.
Como não podia deixar de ser:
Au revoir!
XOXO
outubro 07, 2013
"O Rio de Janeiro continua lindo..."
É uma noite bem fria e chuvosa no Rio. Saindo do trabalho, bem ali no Largo da Carioca, só dá pra ver caos, ouvir tiros e bombas e gritos.
Isso é a reação super-over de um povo insatisfeito com um governo que acredita que é a Mary Poppins: uma dose de açúcar faz o remédio descer. Mas não está adiantando. Não tem remédio. O açúcar não é doce. É o sabor amargo da revolta popular.
Keep calm e imagina na Copa... só tende a piorar. Ilustríssimos governantes, sentem e chorem porque não vemos muito jeito nisso.
O jeito é rir pra não chorar, ou matar alguém.
Nunca fui de sentir medo. Sempre fui briguenta, apesar de nunca ter chegado às vias de fato. Mas essa noite eu senti. Senti o que é estar no lugar errado quase na hora errada. Na hora de uma zona que antes começara como manifestação pacífica. Sem bem que eu não sei, não estava lá (graças a Deus). Não posso dizer se era tão pacífica assim. Mas, eu ainda vivo acreditando que as pessoas são boas e procuram o melhor para a sociedade. E a cada dia eu vejo que estou errada. Se não fosse Deus, eu já tinha desistido e deixado minha alma morrer.
Não dá pra explicar a sensação. Gente correndo, gritando. O único jeito é correr junto com quem corre pra longe dali.
Nessas horas a gente pensa se tudo vale a pensa mesmo. Se vale a pena enfrentar mais um dia de trabalho para não saber o que se vai encontrar na porta, seja do trabalho, seja de casa.
Fato é que a sociedade não tolera mais um governo omisso que tenta nos fazer acreditar na estrada de tijolos amarelos. Antes houvesse um Poderoso Oz que resolvesse essa bagunça. Ele existe. E é ainda mais poderoso que o poderoso Oz. Ele é o grande Leão de Judá. E Ele ruge...
Se eu não acreditar em Deus, eu deixo de viver. Então, enquanto há vida, há esperança. Sei que tem gente orgulhosa por tudo o que está acontecendo. Não deviam. Existem vidas inocentes pagando por esse descaso. Sempre houve, né? Mas fica cada vez pior.
Em pleno século XXI, o povo tem reações medievais e se esquece que ferir a Constituição gera automaticamente a perda de direitos, e da razão.
Eles podem ser presos sim. Não devemos causar dano ao patrimônio de outrem. Não existe direitos pra quem não cumpre seu dever de cidadão.
Eles não são cidadãos, são bestas feras que seguem um instinto animal violento e destruidor. Não há proteção do Estado para quem fere o Estado.
O cidadão deve exercer seu papel de analisar e pensar sozinho. Absorver informações empacotadas cobertas de veneno só causa morte. A morte da democracia, a morte da manifestação pacífica dos interesses da sociedade, a morte da ética...
Para os saudosistas, Renato Russo deixa um legado disseminado pela ilustríssimo guerreiro Hebert Viana: "Que país é esse?"
E eu pergunto: que Rio é esse? Que país é esse? O que aconteceu com gente que respirava movimentos estudantis que fizeram a diferença antes com a UNE? Esses, engajados, críticos, pessoas de opinião, se venderam. Esses, estão olhando de cima pois esqueceram o que fizeram antes, durante e após a ditadura. Cresci ouvindo falar dos maravilhosos Caras Pintadas, impeachment do Collor e outras coisas lindas do final dos anos 80 inicio dos anos 90. Isso tudo ficou por lá, pelo visto...
"Que país é esse?" Nossos ditos grandes heróis morreram de overdose e nossos "inimigos" estão no poder. Não temos mais ideologia. Não temos mais respeito. Não temos mais nada... além de Black Blocks.
Haja Deus. Haja misericórdia. Haja amor.
Mas, "o Rio de Janeiro continua lindo..."
Au revoir!
XOXO
Isso é a reação super-over de um povo insatisfeito com um governo que acredita que é a Mary Poppins: uma dose de açúcar faz o remédio descer. Mas não está adiantando. Não tem remédio. O açúcar não é doce. É o sabor amargo da revolta popular.
Keep calm e imagina na Copa... só tende a piorar. Ilustríssimos governantes, sentem e chorem porque não vemos muito jeito nisso.
O jeito é rir pra não chorar, ou matar alguém.
Nunca fui de sentir medo. Sempre fui briguenta, apesar de nunca ter chegado às vias de fato. Mas essa noite eu senti. Senti o que é estar no lugar errado quase na hora errada. Na hora de uma zona que antes começara como manifestação pacífica. Sem bem que eu não sei, não estava lá (graças a Deus). Não posso dizer se era tão pacífica assim. Mas, eu ainda vivo acreditando que as pessoas são boas e procuram o melhor para a sociedade. E a cada dia eu vejo que estou errada. Se não fosse Deus, eu já tinha desistido e deixado minha alma morrer.
Não dá pra explicar a sensação. Gente correndo, gritando. O único jeito é correr junto com quem corre pra longe dali.
Nessas horas a gente pensa se tudo vale a pensa mesmo. Se vale a pena enfrentar mais um dia de trabalho para não saber o que se vai encontrar na porta, seja do trabalho, seja de casa.
Fato é que a sociedade não tolera mais um governo omisso que tenta nos fazer acreditar na estrada de tijolos amarelos. Antes houvesse um Poderoso Oz que resolvesse essa bagunça. Ele existe. E é ainda mais poderoso que o poderoso Oz. Ele é o grande Leão de Judá. E Ele ruge...
Se eu não acreditar em Deus, eu deixo de viver. Então, enquanto há vida, há esperança. Sei que tem gente orgulhosa por tudo o que está acontecendo. Não deviam. Existem vidas inocentes pagando por esse descaso. Sempre houve, né? Mas fica cada vez pior.
Em pleno século XXI, o povo tem reações medievais e se esquece que ferir a Constituição gera automaticamente a perda de direitos, e da razão.
Eles podem ser presos sim. Não devemos causar dano ao patrimônio de outrem. Não existe direitos pra quem não cumpre seu dever de cidadão.
Eles não são cidadãos, são bestas feras que seguem um instinto animal violento e destruidor. Não há proteção do Estado para quem fere o Estado.
O cidadão deve exercer seu papel de analisar e pensar sozinho. Absorver informações empacotadas cobertas de veneno só causa morte. A morte da democracia, a morte da manifestação pacífica dos interesses da sociedade, a morte da ética...
Para os saudosistas, Renato Russo deixa um legado disseminado pela ilustríssimo guerreiro Hebert Viana: "Que país é esse?"
E eu pergunto: que Rio é esse? Que país é esse? O que aconteceu com gente que respirava movimentos estudantis que fizeram a diferença antes com a UNE? Esses, engajados, críticos, pessoas de opinião, se venderam. Esses, estão olhando de cima pois esqueceram o que fizeram antes, durante e após a ditadura. Cresci ouvindo falar dos maravilhosos Caras Pintadas, impeachment do Collor e outras coisas lindas do final dos anos 80 inicio dos anos 90. Isso tudo ficou por lá, pelo visto...
"Que país é esse?" Nossos ditos grandes heróis morreram de overdose e nossos "inimigos" estão no poder. Não temos mais ideologia. Não temos mais respeito. Não temos mais nada... além de Black Blocks.
Haja Deus. Haja misericórdia. Haja amor.
Mas, "o Rio de Janeiro continua lindo..."
Au revoir!
XOXO
setembro 28, 2013
Explicando...
O grande poder de um terninho preto... Esse é o tema e o tom desse blog. É um blog jurídico, até porque sou estudante de direito, mas, a elegância vem sempre em primeiro lugar. E qual mulher não gosta de estar elegante?
O título, black tie, é um dress code. Indica que o anfitrião espera que seus convidados apareçam de smoking (homens) e longos (mulheres).
E é isso que quero passar aqui. É possível ser sempre elegante e gentil, mesmo sem estar de terno. Eu aprendi o poder da frase "gentileza gera gentileza". Também já vi que "gente lesa gera gente lesa".
Sem citações no momento, gosto muito de ensinar as pessoas a serem elegantes. Eu gosto muito de moda, mesmo não tendo tanto acesso quanto gostaria... acho que é possível juntar os temas.
Ser jurídico é ser elegante?
Nem todos os advogados são elegantes, mas nem todos são bons também. Pode ver que um advogado (mulher também, claro) quando usa um senhor terno e tem uma postura correta, se destaca.
É bom se inspirar nos seriados. Eu me inspiro muito no ballet... ah saudade... rs
É isso... hoje está meio bagunçado, mas não estou muito inspirada não...
E assim a gente estuda e passa a semana...
Au revoir!
O título, black tie, é um dress code. Indica que o anfitrião espera que seus convidados apareçam de smoking (homens) e longos (mulheres).
E é isso que quero passar aqui. É possível ser sempre elegante e gentil, mesmo sem estar de terno. Eu aprendi o poder da frase "gentileza gera gentileza". Também já vi que "gente lesa gera gente lesa".
Sem citações no momento, gosto muito de ensinar as pessoas a serem elegantes. Eu gosto muito de moda, mesmo não tendo tanto acesso quanto gostaria... acho que é possível juntar os temas.
Ser jurídico é ser elegante?
Nem todos os advogados são elegantes, mas nem todos são bons também. Pode ver que um advogado (mulher também, claro) quando usa um senhor terno e tem uma postura correta, se destaca.
É bom se inspirar nos seriados. Eu me inspiro muito no ballet... ah saudade... rs
É isso... hoje está meio bagunçado, mas não estou muito inspirada não...
E assim a gente estuda e passa a semana...
Au revoir!
setembro 27, 2013
Nota de abertura
Para além do juridiquês... au de-lá de juridique
Um certo tom afrancesado, até porque, liberté, égalité,fraternité nasceram na Queda da Bastilha. A partir daí todo o sistema jurídico internacional se transformou drasticamente e, o antes conceito nascido jus civile, romano, duro e escrito, chega ao commom law e a sociedade faz as leis. Loucura, loucura, loucura! Mas é a realidade. Globalisation (e vamos de Open English).
Como boa nerd, internacionalista, estudante de direito e escritora nas horas vagas, me dou ao prazer de criar palavras e noções. Sim, eu sou relativamente maluca. “Pessoas malucas não sabem que são malucas. Eu sei que sou maluca, logo, não sou maluca. Não é maluquice?” E dá-lhe internet! Thanks, Face!
Misinfim... tempo é uma coisa não existe mais... e vamos no ritmo de semana à semana. Quem é que consegue estudar, trabalhar, acompanhar o sistema internacional e nacional e atualizar um blog todo dia? Sem chance! Valorizo demais minhas poucas 8 horas de sono... rs
Isso é só pra dar uma noção inicial de quem sou eu e pra sentir o blog. Com o passar do tempo vams nos familiarizando com o conteúdo, o juridiquês e opiniões. Porque aqui é como nossa sociedade: dinâmica, democrática e antenada!
Bom dia e bom finde a todos!
Au revoir!
XOXO
G!
Um certo tom afrancesado, até porque, liberté, égalité,fraternité nasceram na Queda da Bastilha. A partir daí todo o sistema jurídico internacional se transformou drasticamente e, o antes conceito nascido jus civile, romano, duro e escrito, chega ao commom law e a sociedade faz as leis. Loucura, loucura, loucura! Mas é a realidade. Globalisation (e vamos de Open English).
Como boa nerd, internacionalista, estudante de direito e escritora nas horas vagas, me dou ao prazer de criar palavras e noções. Sim, eu sou relativamente maluca. “Pessoas malucas não sabem que são malucas. Eu sei que sou maluca, logo, não sou maluca. Não é maluquice?” E dá-lhe internet! Thanks, Face!
Misinfim... tempo é uma coisa não existe mais... e vamos no ritmo de semana à semana. Quem é que consegue estudar, trabalhar, acompanhar o sistema internacional e nacional e atualizar um blog todo dia? Sem chance! Valorizo demais minhas poucas 8 horas de sono... rs
Isso é só pra dar uma noção inicial de quem sou eu e pra sentir o blog. Com o passar do tempo vams nos familiarizando com o conteúdo, o juridiquês e opiniões. Porque aqui é como nossa sociedade: dinâmica, democrática e antenada!
Bom dia e bom finde a todos!
Au revoir!
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